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Artigos.

Multidão de mãos erguidas num show: o pico de demanda que o seu produto vai enfrentar quando der certo.

O banco de dados que só fica lento depois que o produto dá certo

No lançamento o sistema voava; seis meses depois, cada tela arrasta. Quase nunca é falta de servidor: é código que conversa errado com o banco. O que um squad sênior olha antes de você trocar de infraestrutura no escuro.

5 de ago
6min de leitura
Victhor AraújoVicthor Araújo
A caneta que desliza pela mesa junto com a proposta: a data é a parte do documento feita pra você assinar.

Estimativa de custo de desenvolvimento de software: o prazo que ganha o contrato é o que mais atrasa

Todo orçamento de software que promete uma data exata está vendendo, não estimando. Já perdi contrato por dar o número honesto e vi o barato chegar mais tarde e pela metade. Por que o menor prazo quase sempre é o que mais atrasa, e o que olhar antes de assinar.

3 de ago
6min de leitura
Victhor AraújoVicthor Araújo
Uma mesa às escuras, só a luz do monitor com código aberto e um post-it escrito "DO IT": o produto continua rodando enquanto ninguém está olhando.

Quem descobriu a queda primeiro, você ou o seu cliente?

O painel do fornecedor estava verde enquanto o checkout ficava fora. O problema não é o sistema cair, é a ordem em que as pessoas ficam sabendo: o cliente antes do fornecedor que você paga para vigiar. Sobre por que o monitoramento certo mede sintoma, não CPU.

31 de jul
6min de leitura
Raquel ReisRaquel Reis
Um prédio sendo posto abaixo. A vontade de derrubar tudo e recomeçar é real, e quase sempre mais cara do que parece.

Modernização de sistema legado sem reescrever do zero: por que quase nunca aprovo

Um cliente de logística me ligou decidido a jogar três anos de produto no lixo e recomeçar. Passei a call inteira tentando impedir. Reescrever do zero é a decisão que mais parece coragem e mais costuma sair caro, e quase sempre existe um caminho mais chato que entrega melhor.

29 de jul
6min de leitura
Victhor AraújoVicthor Araújo
Aperto de mão fecha o contrato; o time que apertou a mão nem sempre é o que vai entregar.

Terceirização de desenvolvimento: o time que te venderam não é o que entrega

Todo portfólio é uma edição, e todo pitch escala os sêniores que você nunca mais vai ver. Vejo founder assinar com fornecedor de fora olhando o slide e só conhecer os autores reais do próprio código dez meses depois, no git. Aqui vai como conferir quem entrega antes de a caneta encostar no papel.

27 de jul
6min de leitura
Raquel ReisRaquel Reis
Um terminal de monitoramento no meio da auditoria, a tela onde um scan de segredo acende.

Trocar de fornecedor de software: o antigo ainda está logado na sua produção

Toda vez que a gente assume um produto que rodou com outro fornecedor, um achado se repete: chave de produção na mão de quem saiu meses atrás, segredo commitado no repositório, conta root dividida por cinco pessoas. Um relato de campo sobre a faxina de acesso que quase ninguém faz, e por que ela sai cara depois.

24 de jul
6min de leitura
Victhor AraújoVicthor Araújo
Time completo, gestão de quem fornece: o modelo por trás do nome da moda

Time de desenvolvimento dedicado (squad como serviço): o que é, quanto custa e quando faz sentido

Squad como serviço é o time completo de engenharia por mensalidade fixa: senioridade definida, liderança técnica e entrega gerenciada por quem fornece. Neste guia: o que o modelo é de verdade, o que vem disfarçado com esse nome, quanto custa em 2026 e como decidir se serve para o seu momento.

23 de jul
6min de leitura
Raquel ReisRaquel Reis
A conta de um squad tem menos mistério do que as propostas fazem parecer

Quanto custa um squad de desenvolvimento em 2026?

R$ 55 mil a R$ 95 mil por mês, dependendo da composição do time. É o preço que a Revin publica no site. Aqui eu abro a conta: o que compõe o valor de um squad gerenciado, os ranges do mercado brasileiro em 2026 e as três perguntas que desmontam proposta inflada.

23 de jul
5min de leitura
Victhor AraújoVicthor Araújo
Geada tomando conta de um galho: o congelamento começa devagar e quase sem ninguém perceber.

O stack que ninguém atualiza não avisa antes de cobrar

Revisei produtos rodando em versões que morreram anos atrás, e o padrão se repete: ninguém decide congelar o stack, ele congela sozinho porque manutenção não cabe em orçamento nenhum. A conta chega inteira num dia ruim, e quem cuida disso semana a semana quase nunca deixa ela chegar.

17 de jul
6min de leitura
Raquel ReisRaquel Reis
Uma base tocada por sete freelancers em série tem a cara do que é: a mesma coisa, escrita mais de uma vez.

Paguei três vezes pela mesma função. Dinheiro foi o menor problema

Uma edtech chegou na Revin com uma base de três anos e sete freelancers no histórico. Fui atrás de um bug e encontrei a mesma função construída três vezes. A duplicação não era o desastre. O desastre era o que ela escondia.

10 de jul
6min de leitura
Victhor AraújoVicthor Araújo
O produto é seu no contrato. A chave, às vezes, mora no chaveiro de outra empresa.

De quem é o código na terceirização de software? A resposta costuma ser pior do que parece

Acompanhei uma healthtech levar 23 dias para conseguir acesso de administrador ao próprio repositório. No contrato, o código era dela. Na prática, não. Sobre a diferença entre ser dono no papel e ser dono de verdade, e o teste de meia hora que revela de que lado você está.

3 de jul
5min de leitura
Raquel ReisRaquel Reis
Todo gargalo de software começa pequeno e vira paisagem. Cinquenta minutos de deploy não foram uma decisão, foram um acúmulo.

Herdei um deploy de 50 minutos, e foi a melhor notícia do diagnóstico

Quando a Revin entrou nesse cliente, o deploy de produção levava cinquenta minutos e ninguém sabia dizer por quê. Demorei pra entender que o número não era o problema, era o sintoma. Conto o que estava embaixo, e por que um deploy lento custa muito mais caro do que parece.

26 de jun
6min de leitura
Victhor AraújoVicthor Araújo